História Presbiteros

Art. 51. Presbiteros


Presbítero é o oficial, membro da Igreja Local, do sexo masculino, maior de 21 (vinte e um) anos, em gozo de seus direitos civis, eleito pela Assembléia para compor o Conselho da Igreja Local e consagrado em cerimônia presidida pelo pastor.


Art. 52. São requisitos exigidos do presbítero, especialmente os seguintes:


São requisitos exigidos do presbítero, especialmente os seguintes:

I -– –Ser cheio do Espírito Santo;

II -– Ter as características espirituais descritas em 1º Timóteo 3: 2-7 e Tito 1: 5-9;

III -– Aceitar e cumprir plenamente as Normas da IPRB;

IV -– Ser membro da IPRB há pelo menos 3 (três) anos ininterruptos;

V -– Ser dizimista;

VI -– Ser aluno assíduo da Escola Bíblica Dominical, salvo por motivo justo;

VII -– Ser alfabetizado.

Art. 53. São atribuições do presbítero:


I -– Auxiliar o pastor no ensino, no governo, na visitação e na pregação;

II -– Participar da consagração de oficiais e ordenação de pastores;

III -– Representar a Igreja Local nos Concílios superiores, quando escolhido pelo Conselho;

IV -– Comunicar ao Conselho as faltas dos membros que não puder corrigir por meio de admoestação particular;

V -– Celebrar casamento religioso, celebrar a ceia, realizar batismos e impetrar a bênção apostólica mediante autorização pastoral;


Art. 54. O ofício de presbítero é permanente; a função é temporária.


§ 1º. -– O mandato do presbítero limita-se ao período de 2 (dois) anos, a partir da investidura e posse, podendo ser renovado.

§ 2º. -– Em caso de transferência para outra Igreja Local, cessa o mandato.

§ 3º. -– Em caso de renúncia, fica o presbítero impedido de concorrer às eleições do mandato seguinte.

§ 4º. -– Findo o mandato e não sendo reeleito, fica o presbítero em disponibilidade ativa, mesmo que transferido para outra Igreja Local, devendo exercer as atividades que lhe forem designadas pelo Conselho, não podendo pertencer ao mesmo, nem representar a Igreja nos Presbitérios ou Concílios superiores.


Art. 55. O presbítero pode concorrer a cargos eletivos nos Concílios superiores, nas seguintes hipóteses:


I -– quando houver sido escolhido para representar a Igreja Local na Assembléia Geral ou no Presbitério;

II -– quando já ocupar cargo na Diretoria Executiva da IPRB ou na Diretoria Presbiterial.
Parágrafo único. Em qualquer das hipóteses anteriores, é exigido que o presbítero esteja no exercício do seu mandato.


Art. 56. É dever do presbítero justificar, validamente, a critério do Conselho, sua ausência às reuniões deste.


§ 1º. -– No caso de não comparecimento a 3 (três) reuniões consecutivas, sem justificativa válida, ficará automaticamente suspenso de suas funções por 6 (seis) meses.

§ 2º. -– O presbítero tem direito de licenciar-se, devidamente justificado, porumperíodo não superior à metade de seu mandato.


Art. 57. As funções administrativas do presbítero cessam por:


I -– exclusão;

II -– renúncia;

III -– deposição;

IV -– término de mandato;

V -– abandono;

VI -– incapacidade permanente;

V -– abandono;

VII -– mudança;

VIII -– falecimento.


Fonte: Normas da IPRB